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Vitor Lipi quer trocar escola, patrimônio histórico e área verde por concreto e fumaça disel

O projeto visa dar visibilidade ao prefeito, construindo uma obra de utilidade duvidosa para o bairro, ao custo da destruição de uma escola tradicional da cidade e da derrubada de árvores centenárias num bairro que é carente de área verde

O prefeito de Sorocaba Vitor Lippi resolveu por demolir o Centro Educaional Infantil 1 de Sorocaba, preferindo acabar com uma referência histórica no ensino público da cidade para instalação de edificações de utilidade duvidosa para a região. O processo de remoção de mais uma unidade de ensino público foi feita sem a consulta aos moradores da região, que sempre fizeram uso da escola.

Estratégia sombriaEditar

Especula-se que o objetivo da obra é dar visibilidade ao nome do prefeito numa região tradicional da cidade de Sorocaba. As obras foram ordenadas sem o consentimento da população.

Para garantir o apoio a obra, a estratégia utilizada pelo prefeito foi primeiramente denegrir o espaço, desativando O Espaço de Educação Infantil. Fazem 3 anos que o espaço foi desativo a despeito da intensa demanda por Educação Infantil no bairro e proximidades.

Passados 3 anos sem nenhuma alma viva no espaço, era de se esperar que fosse ocupado e degradado por eventuais vânda-los. Em seguida, foi solicitada a demolição da Primeira Escola de Educação Infantil de Sorocaba.

A Nogueira Padilha, rua em que a escola será inserida, é estreita, possui apenas uma faixa para cada sentido de circulação, sendo incompatível com grande afluxo de ônibus que viriam a piorar o trânsito que já é ruim na região.

Ignorância HistóricaEditar

A gestão Vitor Lippi ignora intencionalmente a importância da CEI-1 para a cidade. O Centro de Educação infantil 1 foi a primeira escola de educação infantil construída na cidade, em homenagem aniversário de 300 anos da cidade, em uma área de 1.500 metros cedida exclusivamente para este fim por Quinzinho de Barros. A importância da escola é tamanha que até linha de bonde foi puxada à escola. Apos olhar a escola Vitor Lippi, sem consultar qualquer livro de história ou morador do bairro, contou, levianamente, "que não viu, no próprio, qualquer valor histórico que justifique a necessidade de preservá-lo." veja noticia aqui A escola nunca deixo de prestar plenamente seu papel na formação de cidadãos na cidade. E foi arbitrariamente fechada e deixada às moscas na gestão Lippi.

Em vista do descoso do governo municipal, o promotor Jorge Alberto de Oliveira Marun solicitou um termo de ajustamento de conduta ao município para reconstruir a escola. Foi solicitada a preservação do espaço: "Marun tomou por base parecer técnico do engenheiro Demetrios Chiurratto Agourakis, que, num documento de 102 páginas recomendou a restauração e o início do processo de tombamento do prédio."veja noticia aqui. O engenheiro Demetrius Agourakis afirmou que "Para ele, é inconcebível que, uma escola pioneira, cuja força levou até a extensão da linha do bonde, se perca para sempre na memória de Sorocaba, já tão carente na preservação de sua memória." veja noticia aqui

Prejuízo verde para a Vila HortênciaEditar

Vila Hortência não terá compensação da área verde destruída. Projeto original previa a derrubada de todas as árvores. Secretária do meio ambiente, Jussara Lima, afirma que as árvores de grande porte seriam mantidas. Promessa que não foi cumprida. veja notícia aqui "A secretária municipal de meio ambiente, Jussara Lima, informou que os cortes de árvores que acontecem em certos pontos da cidade serão compensados em outros bairros." "A Secretaria do Meio Ambiente explica, ainda, que será feita uma compensação ambiental com o plantio de aproximadamente 700 árvores nas praças e áreas públicas no entorno do bairro. A legislação prevê que para cada árvore nativa sejam plantadas 25 novas árvores. Além disso, a Sema também fará o plantio de três novas árvores para cada espécie exótica ou arbustiva suprimida, uma vez que o bairro é muito carente de vegetação."veja notícia aqui

VideosEditar

Veja aqui video antes da demolição

Objetivos do projeto imposto pelo prefeitoEditar

O intuito do projeto é inserir um terminal de ônibus e uma Casa do Cidadão.

Aponta-se como prejuízos decorrentes da instalação do terminal de ônibus na região:

  • Destruição de um patrimônio público histórico que contribui e tem contribuído para a formação de milhares de cidadãos Sorocabanos de várias gerações
  • Destruição sorrateira de 70% da vegetação do terreno. Que contava com árvores como pau-brasil, sibipiruna e contribuíam para o clima agradável da região. O corte não foi anunciado, e ocorreu as 8h da manhã de segunda-feira para inviabilizar qualquer contraposição dos moradores da região veja notícia aqui
  • Degradação da qualidade de vida dos moradores pelo:
    • Aumento da poluição do ar na região
    • Aumento da poluição sonora pelos veículos de grande peso
    • Especulação imobiliária acelerada pela presença do terminal
  • Entravamento do trânsito numa via que possui apenas uma pista para cada sentido, tornando um elefante branco para a movimentações de ônibus e piorando o trânsito que já anda ruim na região

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