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A goiana Celina Leão chegou a Brasília em 2000. Antes disso, formou-se em administração de empresas e fez parte do movimento estudantil. Trabalhou em indústrias de sua família e, nas horas vagas, dedicava-se ao hipismo. Trabalhou no Procon e, em 2006, foi nomeada secretária de Estado da Juventude durante o governo Joaquim Roriz.

BIOGRAFIA Nascida em Goiânia, Celina Leão Hizim é filha do engenheiro civil Abrão Antonio Hizim e da administradora de empresas Maria Célia Leão.

Dividiu a sua infância entre as bonecas e as reuniões e campanhas políticas. Sua mãe foi uma grande ativista nas políticas públicas de gênero e criou a Secretaria da Condição Feminina de Goiás – o que, muito além de seu tempo, abriu caminhos para as mulheres na política de Goiás.

Levada pela mãe às reuniões políticas, ali ficava escutando as sábias palavras de Ulysses Guimarães, Waldir Pires, Chico Pinto, Iris Rezende e até as do jovem iniciante como Marconi Perillo. Isso lhe deu intimidade com o poder desde criança. Garota que formou seu caráter pautado na ""ética"", respeito às diferenças e principalmente no exemplo e no caráter de Cristo.

Muito jovem, começou a trabalhar como auxiliar de serviço administrativo na indústria da família, onde aprendeu desde as rotinas do RH até o difícil exercício das atribuições da Diretoria Financeira de uma empresa de grande porte.

Sempre gostou de desafios. Os cavalos sempre exerceram um fascínio na sua vida. Aprender a cavalgá-los foi tão importante como aprender a domá-los. Junto com a sua irmã, formou a primeira dupla de laço feminino do país, competindo e ganhando inúmeros prêmios. As inúmeras viagens pelo Brasil lhe moldaram o caráter simples e a rica experiência de viver desafios.

Fez administração de empresas em Goiânia, onde já exercia sua liderança participando do DCE de sua faculdade. Seu pai, engenheiro renomado que por força da profissão estava sempre de mudança, foi de grande importância em seu exercício de vida e lhe ajudou a aprender a difícil arte de conviver, fazer novos amigos, conservar os antigos e valorizar o presente.

Mudou-se para Uberaba e iniciou um trabalho voluntário de equoterapia, um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais empregando o cavalo como agente promotor de ganhos físicos, psicológicos e educacionais.

Ajudou a criar a AME (Associação Mineira de Equoterapia), onde era prestado atendimento de reabilitação de alunos carentes que se iniciou com 20 alunos e depois de alguns meses já atendia mais de 200, gratuitamente.

Mudou-se para Brasília em 2000, onde iniciou sua vida pública no Procon-DF. Teve a oportunidade de militar nas questões dos direitos dos consumidores.

Brasília logo lhe chamou a atenção pelo fato de, apesar de ser a capital do país e de ser muito politizada, os jovens estavam perdidos em seus sonhos e problemas, não existindo políticas públicas desenhadas por eles e de fato voltadas para eles.

Montou a ONG JOIA (Juventude Organizada para Integração e Ação), onde iniciou uma luta de priorização de políticas públicas para juventude, como o fortalecimento do protagonismo juvenil. Militou e participou das comissões para criação da Secretaria Nacional de Juventude.

Isso foi o bastante para que ela arregimentasse inúmeros jovens formando a FRENTE JOVEM, que defendia um objetivo comum: um governo voltado para a juventude, com políticas públicas que fossem discutidas por eles. Queriam um espaço de poder para concretizar esses sonhos.

Em 2006 foi criada a Secretaria de Estado da Juventude no DF, da qual Celina Leão foi secretária. Venceu os inúmeros desafios de uma recém criada Secretaria, que mesmo sem ter ainda dotação de verba orçamentária conseguiu, em menos de um ano, deixar orçamento para o próximo governo e implantar inúmeros projetos voltados para a juventude, entre eles: Casa da Menina Moca, Amigo do Turista, Juventude em Ação. Com a extinção da Secretária da Juventude em 2007, pelo então governador Arruda, os jovens do Distrito Federal perderam o espaço de poder e os seus sonhos de mudanças.

Em 2007 foi chefe de gabinete na Câmara Legislativa.

Foi eleita deputada distrital nas eleições de 2010 com 7.771 votos. Em sua campanha, buscou ouvir os anseios da população de todo o DF para pautar seu trabalho como parlamentar nos próximos quatro anos.

Defende, ainda, uma ampla ação entre os governos e a população em defesa do planeta. Correta, simples, alegre e jovial, preocupada com o próximo, dotada de um grande carisma e de inegável competência técnica, Celina Leão é uma das revelações políticas do Distrito Federal.

Celina Leão é casada com o engenheiro Fabrício Faleiros e mãe de Bruna e Pedro. Mulher temente a Deus, afirma que “a família exerce o mais importante papel dentro da sociedade e que os laços familiares devem ser fortalecidos”.

A política, segundo Celina, deve ser vivida como uma missão de mudanças sociais, com respeito e dignidade, onde a ética cristã deve pautar cada ação de quem está a serviço do povo. Entende que só com a universalidade do conhecimento e da educação de qualidade é que o Brasil vai dar o grande passo em direção ao reconhecimento de ser uma grande nação.

(Informações obtidas no Blog da Deputada: <a class="external free" href="http://www.celinaleao.com.br/celina.php" rel="nofollow">http://www.celinaleao.com.br/celina.php</a> e não checadas)

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